Os religiosos irão encontrar em “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” uma manifestação à fé bastante declarada. Se anteriormente ela já existia nos dois primeiros longas, – de maneira razoavelmente disfarçada – nessa terceira parte, não há economias em referências e torna-se, a partir dos diálogos dos personagens numa profunda menção religiosa, numa evocação declarada sobre diferenças de nomenclaturas dadas a um mesmo ser: Deus. Nos diferentes mundos no filme – a nossa realidade e a realidade de Nárnia – fragmenta-se um ideal impositivo e expositivo sobre perspectivas relativas à religião. No final, o filme sustenta uma catequese travestida de fantasia com monstros e heróis, opondo bem e o mal e isso, de maneira alguma, é um benefício do filme. A fantasia proposta dá lugar a ensinamentos doutrinários e a imaginação inspirada tanto das crianças (alvos centrais da narrativa) quanto dos adultos termina violada.
Nesse terceiro filme, não há demora para os personagens chegarem a Nárnia. O roteiro utiliza bem seu início ao apresentar um novo personagem, o importuno Eustace (Will Poulter), garoto descrente de fantasias e entregue aos livros remetentes a sua realidade palpável e mensurável – e para dizer mais, covarde. Juntamente a ele, dois já conhecidos do público, Lucy (Georgie Henley) e Edmund (Skandar Keynes), crescidos, desejam uma oportunidade de retornarem aquela terra que um dia conheceram. Um quadro lhes dá esse acesso e os três vão parar no Peregrino da Alvorada, um navio cujos tripulantes são velhos conhecidos, incluindo o agora rei, Caspian (Ben Barnes). Sem saberem, são recrutados para uma nova e grande batalha desafiadora de seus ocultos desejos.
A direção ficou a cargo de Michael Apted, diretor com diferentes projetos no currículo, foi incumbido de levar essa terceira parte dos livros de C.S. Lewis até a telona. Esse não é o último. Também não é a melhor entre as aventuras – é a mais carente de sentido, aliás. Mais parece um capítulo estendido e deverá recrutar novos fãs para a franquia diante seus efeitos e carisma. Interessante também é a troca dos personagens que acompanhamos: Susan (Anna Popplewell) e Peter (William Moseley) ficaram de fora do projeto e se despediram no segundo filme por se tornarem adultos – aos fãs da dupla, poderão vê-los brevemente nesse terceiro. Tal destino parece ser o mesmo para Lucy e Edmund. É um ciclo da vida cuja atenção direcionada as crianças prova a força que o projeto tem sobre elas e quanto essas importam na obra de Lewis.

Fiquei morrendo de vontade de assistir esse filme, quem sabe nessa sexta, neam ? rs
ResponderExcluirParabéns pelo blog, (:
Sou fascinada por estes filmes que tiram a gente do chão e transportam para mundos diferentes. Com Nárnia não poderia ser de outra forma. Assisti aos outros mas esse ainda não. Como todo megalançamento que se preza tem seus altos e baixos, seus elogios e críticas; mesmo assim está na minha lista para as próximas idas ao cinema.
ResponderExcluirAdorei formato e proposta do teu blog!
hum muito interessante, eu nunca vi esse filme e nem sabia nada sobre ele.. agora fiquei curioso pra ver!!
ResponderExcluiresse filme parece ser mto bom, o primeiro foi perfeito
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FELIZ NATAL E
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EU AAAAAMO AS CRÔNICAS DE NÁRNIA, assisti todos e ainda essa semana quero assistir o tercerio. Seu blog é demais, fala sobre o filme de uma forma diferente e legal. parabéns!
ResponderExcluirVou ver Nárnia amanhã!Eu amo esse tipo de filme que transporta a gente para um mundo de fantasia. *-*
ResponderExcluirEstou ansioso para assisti-lo.
ResponderExcluirGostei muito dos outros dois filmes da saga.
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